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Olá, queridas! Salve Maria!

Tudo bem com vocês?

No post de hoje eu quis trazer para vocês uma prática espiritual que vocês podem adotar no seu dia a dia, para nutrir ainda mais seu relacionamento com Deus; As Jaculatórias!

Você já conhecia essa prática de piedade? Bom, se isso é uma novidade para você, saiba que ela é uma tradição bem antiga da Igreja, que consiste em algumas frases que utilizamos como uma forma de oração ao longo do dia. Jaculatória vem do latim Jaculu, que significa “jato” ou “flecha”, ou seja, as jaculatórias são como flechas lançadas por nós em direção a Deus.

Eu confesso que já tinha pensado em trazer esse post antes para vocês, porém, apesar de parecer uma prática bem simples e fácil, eu estava tendo dificuldade de pôr em prática, e achei que seria hipocrisia indicar algo para vocês que eu mesma estava penando para praticar. Porém hoje eu decidi que faria sim o post e aí fui rever uma aula da Ana Clara Freire sobre o assunto, para relembrar de alguns pontos e conseguir escrever o texto de uma maneira melhor. Durante a aula ela falou de algo que teve tudo a ver com o que meditei na oração mental de hoje, e me parecia uma confirmação de certas coisas, então eu percebi que precisava sim trazer esse assunto para vocês.

No vídeo ela fala sobre o quanto as nossas orações são importantes não somente para nós, mas para toda a Santa Igreja. Quando direcionamos nosso olhar, nosso coração, e consequentemente, nossas orações a Deus, mesmo que seja uma pequena jaculatória, O Senhor usará nossas orações para as necessidades mais urgentes dos fiéis. Então nossas orações alcançam graças para pessoas que nem conhecemos, trazem mais vocações para a Igreja, a fortalece nas perseguições, mesmo que não vemos isso diretamente.

Olha como nossas orações são importantes para a nossa Santa Igreja! Isso é a comunhão dos santos! Então não podemos desperdiçar a oportunidade de nos voltar cada vez mais a Deus, de lançar flechas de amor a Ele e de fornecer orações úteis a Igreja e aos nossos irmãos.

“Ok Rafa, mas que jaculatórias são essas? Que orações eu faço?”. Bom, como eu disse anteriormente, essas pequenas orações são frases curtas, que podem ser um pedaço de uma outra oração, um trecho das Sagradas Escrituras, uma frase de um Santo, ou mesmo algo que venha ao seu coração dizer a Deus. Elas vão funcionar como uma espécie de combustível espiritual ao longo da correria do dia a dia; mesmo que de forma rápida, elas nos fazem parar um pouco de pensar em nós e voltarmos nossa atenção ao alto.

Abaixo vou deixar algumas jaculatórias que eu gosto muito, para vocês terem uma noção e para adotarem, se assim quiserem. Algumas dicas para pôr em prática é pôr post-it com elas escritas em diferentes lugares, principalmente onde tem mais visibilidade para você, como no computador, no calendário, no espelho etc.; ou então pode colocar nas anotações do celular, alarmes ou de alguma outra maneira que seja mais fácil para você; para mim, o que mais funciona é do post-it mesmo.

Além das frases, logo no final do post, deixo também o vídeo da Ana Clara Freire sobre o tema, que é uma aula maravilhosa, riquíssima e que com certeza vão te fazer não só entender melhor sobre o tema, mas te convencer definitivamente a adotar essa prática!



(Minha mesa de trabalho)



 

Olá, queridas! Salve Maria!

Tudo bem com vocês?

No post de hoje trouxe para vocês uma pequena resenha de um maravilhoso livro que li recentemente. Eu o li via PDF e, conforme já comentei com vocês anteriormente, eu tinha muita dificuldade e até mesmo preconceito em ler pelo tablet ou pelo celular, mas tem sido um salva vidas para minha vida intelectual! Eu estou conseguindo ler bem mais e finalizei dois livros recentemente; esse de que falarei hoje, e um outro maravilhoso que trarei em breve também. Digo isso pois recentemente eu fiz um post indicando lugares onde você pode baixar livros católicos gratuitamente, e dentre essas indicações está o meu drive pessoal, onde eu coloco os livros que eu tenho o arquivo. Este livro de que falarei hoje está disponível para baixar no drive, para quem tiver interesse em lê-lo!

Enfim, sem mais delongas, bora falar sobre esse livro curtinho, porém absurdamente maravilhoso! O nome pode parecer bem autoexplicativo; “Conselhos a uma recém-casada: Os desafios da vida a dois são a chave para a sua felicidade”, porém eu gostaria de enfatizar que toda e qualquer mulher deveria lê-lo; as solteiras, casadas, as que namoram, e é claro, as recém-casadas. Ele composto por diversas cartas enviadas da autora, Alice von Hildebrand, a sua afilhada que tinha acabado de receber o maravilhoso sacramento do matrimônio. Apesar de ter o nome “Conselhos”, ele não possui uma linguagem estilo autoajuda, motivacional ou qualquer coisa do gênero; são genuinamente conselhos profundos e amorosos, que nos ajudarão a ver com mais clareza a beleza e a santidade presente no matrimônio.

Ao longo dessas cartas, vamos nos identificando com os problemas e dilemas que Lily, a afilhada e recém-casada destinatária das cartas, apresenta, e aprendemos com a simplicidade e a grandeza dos magnânimos conselhos de Alice. A autora não se limita a simplesmente fornecer conselhos práticos; ela propõe uma abordagem espiritual e filosófica dos desafios da vida a dois, destacando que esses desafios não são obstáculos, mas oportunidades para crescimento pessoal e conjugal.

Dentro de um relacionamento é muito comum adotarmos uma postura egocêntrica frente as dificuldades; pensamos nas nossas dores, nas nossas dificuldades e nas nossas alegrias e acabamos por esquecer que o objetivo do casado não é ser feliz, e sim, fazer o outro feliz. Através de seus conselhos, Alice nos lembra constantemente que o a casamento não é simplesmente um acordo entre duas partes; é um sacramento, uma via de santificação, uma maneira de construirmos nosso caminho para céu; e que o amor entre marido e mulher são uma forma de nos aproximar de Deus, e as dificuldades surgem como elementos necessários para desenvolver virtudes como paciência, empatia e sacrifício.

Um dos temas centrais da obra é a necessidade de aceitar as imperfeições do outro e reconhecer que o cônjuge, assim como nós mesmos, é um “trabalho em andamento”. A autora não nega que haverá momentos de crise, mas sugere que é justamente nesses momentos que o casal pode encontrar um caminho mais profundo para a felicidade, superando dificuldades com confiança e generosidade. O casamento não é um contrato, mas uma aliança que se solidifica por meio de renúncias diárias e pelo amor desinteressado; e que a felicidade conjugal não reside apenas em momentos de prazer, mas na perseverança e na construção de uma vida baseada no compromisso e no serviço mútuo.

E porque que eu disse que todas as mulheres deveriam ser esse livro, independente do seu estado civil? Bom, para as solteiras, namoradas e noivas, ele é importantíssimo para que enxerguem melhor o casamento pelo que ele é, um grande dom de Deus; e que quando chegar o seu momento de se tornarem esposas, elas possam abraçar essa vocação com mais amor e renúncia, lidando melhor com os desafios que certamente irão surgir. Para as recém-casadas, e principalmente, as que já são casadas a um tempo, esse livro é um tesouro para possamos enxergar com mais clareza a beleza da nossa vocação matrimonial, identificar as falhas e vícios que prejudicam a nossa relação, e trabalharmos com mais afinco e entrega nas virtudes e na santidade do nosso casamento. Particularmente falando, esse livro foi uma grande luz para mim; através dele pude compreender melhor o que de fato significa ser esposa, entender a importância dessa vocação lindíssima e como eu posso ser uma esposa melhor.

Infelizmente no mundo atual, o casamento foi reduzido a um mero contrato utilitarista, onde as partes permanecem enquanto se sentem bem, felizes e tem prazer; quando isso acaba, acabou o “amor”, se divorciam e vida que segue, “foi bom enquanto durou” é o lema das uniões modernas. Mas não é isso que Deus pensou para o matrimônio, e certamente, não é essa postura que ele espera de nós como esposas. Como eu disse anteriormente nesse post, o casamento não foi feito para nós sermos felizes, mas para fazer o outro feliz. Quando focamos única e exclusivamente nos nossos desejos e necessidades, ignoramos a promessa que fizemos ao nosso cônjuge e a Deus, de amá-lo, cuidá-lo, respeitá-lo e servi-lo, pelo resto da vida.

"Conselhos a uma recém-casada" é um livro extremamente inspirador, que nos convida a repensar e revisitar os fundamentos do amor e do casamento. Com sua sabedoria prática e espiritual, Alice von Hildebrand oferece mais do que simples conselhos: ela apresenta uma filosofia de vida conjugal, onde a verdadeira felicidade se encontra na aceitação dos desafios e na entrega ao outro. Com certeza, é uma leitura obrigatória para todas que desejam construir uma relação conjugal sólida, significativa e verdadeira.

Gostaria de concluir esse post com uma passagem da primeira carta aos Coríntios lindíssima, que resume bem o que Alice nos passa no livro, e que o que significa o verdadeiro amor!


Olá queridas! Salve Maria!

Tudo bem com vocês?

Depois de uma série de posts mais reflexivos, trouxe hoje um post mais curtinho porém de utilidade pública. É uma singela lista com 5 sites para você baixar livros católicos gratuitamente!

Eu não sei você, mas eu sempre tive muito preconceito em ler livros em PDF, porque não é a mesma experiência de ler um livro físico. E é claro que ter o livro mesmo em mãos é outro nível, mas por mais que a experiência não seja igual, o conhecimento é o mesmo! Graças a esses livros em PDF eu tenho conseguido ter uma vida de leitura muito mais proveitosa e constante, coisa que seria muito difícil se eu fosse esperar poder comprar todos os livros que quero ler. 

Então espero que essa lista seja de grande valia para vocês, e ajude a vocês evoluírem sua vida intelectual e espiritual!

  1. Alexandria Católica
  2. Centro Cultural Campo Grande
  3. App Fé com Virtudes
  4. Fé, Verdade e Caridade - Pe. Francisco Faus
  5. Google Drive - Meu drive pessoal
Aproveito para dizer que esse meu drive pessoal, tenho somente para salvar esses livros e quando vou encontrando novas obras, vou alimentando ele, então é bem interessante vocês salvarem nos favoritos! 

E por hoje é isso, espero que esse post seja de muito proveito e utilidade para vocês!
Um beijo, fiquem com Deus e até o próximo post!

 

Santa Mônica, modelo de perseverança, rogai por nós!
Olá, queridas! Salve Maria!

Tudo bem com vocês?

E chegamos, ao último post dessa série, que demorou exatamente um mês para ser concluída, mas que foi de grande alegria escrevê-la! Eu fui escrevendo as virtudes conforme a ordem do livro, acredito que somente uma eu inverti a ordem; digo isso pois essa virtude, a pequena perseverança, não poderia ser virtude melhor para encerrar essas reflexões, e acredito que o autor tenha feito propositalmente.

Não é difícil entender o significado dessa virtude; perseverar é persistir, é não desistir nunca, e a luta para conquistar as virtudes não é senão um ato de perseverança constante? Se você se interessou por esse assunto, se você acompanhou essa série, ou outros posts que já fiz aqui no blog, é porque certamente está nessa busca de uma vida mais reta e virtuosa, assim como eu. Mas sabemos muito bem que isso não irá acontecer da noite para o dia; como eu já disse várias vezes nos posts anteriores, as virtudes precisam ser forjadas, precisam ser trabalhadas constantemente para serem adquiridas; e para não desistir no caminho, necessitamos da perseverança.

O importante é que, na luta pelo ideal cristão, se esteja decidido a querer sempre e a recomeçar todos os dias. (Georges Chevrot)

Trilhar esse caminho obviamente não será fácil. Seria muito mais cômodo para nós levar relaxada, despreocupada, mas que mérito a nisso? Qual o propósito de uma vida assim? Somos chamados a sermos santos, chamados a viver na eternidade, mas isso tem um preço. Jesus nunca disse que seria fácil, pelo contrário, “Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-se” (Mt 16,24) E o que é a virtude senão buscarmos renunciar nós mesmos, as nossas paixões, as nossas inclinações, para fazer o que é certo e justo?

Então não se desanime nas dificuldades, elas vão acontecer inevitavelmente, mas foque em fazer o melhor a cada dia, nem que seja só 0,5% melhor todos os dias. Mais vale uma caminhada com passos curtos e constantes, do que grandes passadas que nos cansam rápido e nos obrigam a parar. O desânimo é uma armadilha do inimigo para nos afastar da esperança e misericórdia divina. Ore sempre a Deus para lhe ajudar nessa caminhada da vida, nessa busca pelas virtudes, seja nos momentos de dificuldades ou nos momentos de vitória. Lembre-se de que todas as nossas boas inspirações provêm de Deus; se você está nessa busca é porque Deus assim te chamou, e Ele jamais te lhe inspiraria uma virtude que você não fosse capaz de realizar.

Então concluo essa série de post dizendo-lhes para não desistir jamais, não deixem se abater pelo desânimo, continuem perseverantes até o fim, mantenham os seus olhos fixos em Cristo, e Eles vos auxiliará e recompensará!



 


Olá, queridas! Salve Maria!

Tudo bem com vocês?

Hoje entraremos na penúltima pequena virtude do livro, amanhã abordaremos a última e assim poderemos explorar novos temas. Eu confesso que, apesar de achar que minha escrita é péssima, escrever aqui no blog tem sido uma grande alegria para mim e fico muito feliz de saber que alguém possa estar tirando algum proveito dos meus textos ruins (pelo menos assim espero KKKK).

Falando sobre a virtude da paciência, não é raro encontramos ela para encarar as grandes adversidades, como uma doença, um problema financeiro, desemprego etc., mas como a perdemos com facilidade diante das pequenas contrariedades da vida! Basta a faísca de uma palavra proferida num tom mais alterado, para acender todo um incêndio de brigas e discussões. Por isso o autor enfatiza que devemos nos esforçar em fortalecer a pequenina virtude da paciência, pois é ela que causa o maior impacto no nosso cotidiano, positiva ou negativamente.

Claro que, diante de situações graves, em que a verdade e a justiça devem ser defendidas, não podemos ser passivos e não tomar uma atitude. Ser paciente não se trata de ser omisso ou passivo, mas sim de saber quando e como nos posicionar. Devemos opor-nos ao mal, mesmo que para isso seja necessário esgotar o último sopro de energia. Digo isso pois muitas vezes é em situações em que somos atacados e/ou questionados que a pequena virtude se perde e acabamos nos excedendo nas palavras e atitudes.

Assim como qualquer outra virtude, a paciência precisa ser forjada dia após dia; precisamos trabalhar e nos esforçar para adquiri-la. Como Georges nos ensina no livro, podemos construir essa virtude pela convicção e pelo exercício. Adquirimos a paciência por convicção se atualizamos com frequência o nosso senso de presença de Deus; se sempre pensarmos e lembrarmos que Deus está conosco, adquirimos um ar de serenidade, tão essencial para evitar os momentos de conflito, além disso, recorreremos ao seu auxílio sempre que percebemos que nossa paciência já se esgotou. Com essa convicção em mente, precisamos colocar em prática dois exercícios no nosso cotidiano: saber calar-nos e saber esperar.

Saber calar-nos é não responder de bate pronto qualquer palavra dirigida a nós, antes, é melhor e mais prudente que esperamos alguns segundos, seja para dar uma resposta adequada, seja para elevar nossos níveis de paciência. Toda vez que alguém nos falar algo, mesmo que já de imediato nos venha a resposta na ponta da língua, o ideal é que não o interrompamos, e depois este que finalizar, devemos pensar um pouco, nem que seja dois segundos, antes de lhe dar uma resposta. E saber esperar é nos acostumar a não dar nem exigir de imediato a satisfação dos nossos desejos; seja o desejo de uma resposta, de um favor, de um objeto, o que for, devemos mortificar a nossa vontade e o nosso imediatismo, e deixar crescer em nosso interior a tão pequena paciência.

Você com certeza já ouviu o ditado popular “Quando um não quer, dois não brigam”, que grande sabedoria em uma pequena frase! Esforcemo-nos então para ser o um que não quer. Esforcemo-nos para saber ouvir, saber esperar e saber falar, e assim, evitar que coisas pequenas causem um grande incêndio no nosso amado lar.

 


Olá, queridas! Salve Maria!

Tudo bem com vocês?

Hoje nos aprofundaremos na pequena virtude da diligência. Confesso que, apesar de ainda não saber muito bem o que vou escrever, reler esse capítulo deu uma aquecida no meu caroção; talvez porque eu esteja bem empenhada em crescer nessa virtude, e a maneira como o Georges Chevrot escreve sobre ela no livro é bem bonita.

A virtude diligência, para ir direto ao ponto, trata-se de fazer bem todas as coisas. Não importa se sua obrigação é escrever um livro ou varrer o chão da casa, você irá executá-la da melhor e mais perfeita maneira possível. De primeiro momento parece meio obvio né, fazer as coisas bem-feitas, mas não podemos esquecer que nós somos da cultura do “jeitinho brasileiro”, ou seja, de fazer as coisas do jeito que dá, de tentar encurtar o caminho, de preferir o mais rápido ao bem-feito. E veja como isso está totalmente relacionado a virtude da pontualidade de que falamos no último post! Quantas vezes fazemos algo de uma maneira meia boca só para terminar logo, e no fim, acaba tendo que refazer porque não obteve o resultado espero?

Uma pessoa diligente sempre se esforçará para fazer o seu melhor; pode ser que ela não consiga entregar da maneira planejada, mas ao menos saberá que empenhou todo seu esforço para fazer o melhor. Pensando assim, como não considerar a diligência uma virtude? Se alguém fosse te fazer algo, você gostaria de receber algo malfeito ou inacabado? Certamente que não! Pereceria que a pessoa fez pouco caso de você; porém quando uma pessoa lhe entrega o melhor que ela pode, sabe-se de que foi feita com amor.

Isso não significa que não devemos descansar e viver em constante estado de labuta, porém a diligência também nos ensina a tirar bom proveito do nosso descanso. Descansar não quer dizer estar inerte ou ocioso; a ociosidade é um vício e deve ser combatida, porém, podemos e devemos utilizar do nosso tempo de descanso para ter hobbies que nos engrandecem e, por que não, engrandecem também ao outro. Ler um bom livro, costurar, pintar, cuidar de um jardim, testar receitas novas; todas essas podem ser momentos de descanso, que além de nos trazer relaxamento, também agregaram na vida dos nossos familiares. Pense em um lar em que todos se esforçam para ser diligentes, a cumprir com suas tarefas da melhor maneira possível, empenhando seu amor até nas menores coisas cotidianas; parece-me um lar bem agradável!

Como bem ressaltado no livro pelo autor, quando Deus coloca Adão no jardim do Éden, lhe confia a missão de cuidar e perpetuar o Seu trabalho. Somos chamados para participar da criação com Deus, fomos feitos para o trabalho, e assim como Deus faz bem todas as coisas, assim devemos nós fazê-las da melhor, mais perfeita e mais amável maneira possível!



 

Olá, queridas! Salve Maria!

Tudo bem com vocês?

Falei em um dos meus últimos posts que tinha a intenção de finalizar nossa série sobre as pequenas virtudes na semana passada, mas como é notável, não consegui. E por incrível que possa parecer (ou nem tão incrível assim porque tudo tem o dedo de Deus), o motivo de eu não ter conseguido finalizar esses posts anteriormente tem tudo a ver com a virtude que abordarei hoje, que é a pequena virtude da pontualidade.

Como o próprio autor relata, a pontualidade é facilmente vista como uma virtude pois o seu oposto, a impontualidade, é um defeito horrível. E de fato, ninguém gosta de esperar, principalmente quando marcamos pontualmente um compromisso; algumas pessoas lidam com isso com mais paciência e amabilidade, mas o fato é que ninguém gosta da impontualidade. Se parar para analisar bem, a falta de pontualidade é uma completa falta de caridade com o próximo; é como se disséssemos a ele que o seu tempo e compromisso que firmamos não é tão importante assim.

Digo tudo isso pois eu, infelizmente, peco muito na prática dessa virtude. É quase que uma piada interna entre a família minha impontualidade, porque eu estou sempre atrasada. Isso é péssimo, é um vício terrível, pois além de não cumprir com a minha obrigação, como a do horário de trabalho definido, eu ainda perco oportunidades de ouro na minha rotina. Vou dar um exemplo bem claro; perto do meu trabalho tem uma Igreja, eu poderia assistir a missa antes de começar o expediente ou ao menos, fazer uma visita ao Sacrário todos os dias, porém dá para contar nos dedos de uma mão quantas vezes eu consegui fazer isso, porque estou sempre no limite do tempo ou simplesmente muito atrasada. Então veja, além de negligenciar o meu chefe, não cumprindo o horário pré-determinado, eu ainda perco a oportunidade de estar pertinho de Jesus todos os dias. E isso por quê? Simplesmente porque eu não administro bem o meu tempo, deixo muitas coisas para cima da hora, gasto mais tempo do que deveria em coisas que não são tão importantes na rotina. Vou dar um exemplo disso; um dia eu me atrasei porque eu queria deixar uma roupa batendo na máquina, para que quando eu chegasse em casa, eu somente colocasse no varal. Parece uma coisa boba, mas veja como eu fui extremamente egoísta, porque eu pensei unicamente no que era melhor e mais prático para mim, desconsiderando as outras coisas que são muito mais importantes do que essa.

A impontualidade é egoísta, coloca seus caprichos acima dos deveres e acaba por prejudicar a todos, inclusive a própria pessoa que a pratica. A virtude da pontualidade, porém, não diz respeito apenas ao horário de compromissos marcados etc., mas também nas atividades e serviços que desempenhamos. Se uma coisa necessita de uma hora para ser concluída corretamente, seria totalmente imprudente e impontual da nossa parte terminá-la em trinta minutos, de qualquer jeito, só para vê-la finalizada. A chance de ficar malfeito e necessitar de retrabalho é quase de 100%; e o que era para nos poupar tempo acabou custando muito mais.

Praticar a virtude da pontualidade é respeitar o tempo e compromisso com nossos próximos; é cumprir com nossos deveres no tempo correto e da melhor maneira possível; é saber administrar as horas do nosso dia, e não permitir que esse tesouro imensurável chamado tempo não se perca com atrasos e trivialidades.

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